Sábado, 2 de Junho de 2007
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Este Blog foi o primeiro espaço de encontro e participação da candidatura
Cidadãos por Lisboa.
A partir de hoje, convidamos todos a visitarem-nos no novo sitio
www.cidadaosporlisboa.org onde poderão continuar a participar, activamente como até aqui, mas de forma mais diversificada.
Este espaço continuará visível "on-line" apenas por razões históricas, mas termina aqui a sua missão.
Quinta-feira, 31 de Maio de 2007
Convite para a inauguração da sede e do novo site
A todos os apoiantes e amigos, dirigimos um convite para aparecerem hoje à tarde, pelas 18.00, na nossa sede, na Rua das Portas de Santo Antão, nº 88 ( ao pé do Coliseu ). Vamos inaugurá-la, apresentar o nosso novo site e lançar a campanha "Dar voz ao cidadão". Gostávamos que vissem o resultado do trabalho de recuperação que levámos a cabo na sede, em menos de 15 dias! E esperamos a vossa visita no nosso novo endereço electrónico, que é o
www.cidadaosporlisboa.org ( disponível a partir das 18.30 ).
Roseta pede fim da Fundação D. Pedro IV
Helena Roseta defendeu esta quarta-feira a extinção da Fundação Pedro IV, à qual foram dados prédios em Chelas durante a gestão camarária de Pedro Santana Lopes.
Numa visita ao bairro dos Lóios, onde está uma parte desses prédios, a candidata independente à Câmara de Lisboa, considerou um “erro crasso” a sua “entrega sem encaixe financeiro para o Estado e sem ónus” à fundação, que “não investiu um tostão”, apesar de ter aumentado as rendas. Helena Roseta exorta os outros candidatos a assumir a mesma posição, pois a autarquia de Lisboa “não tem sozinha competência para extinguir a Fundação D. Pedro IV”, mas “pode ter uma posição política”. A candidata pelo movimento “Cidadãos de Lisboa” critica a decisão de “entregar gratuitamente a uma fundação privada um parque imobiliário enorme, que agora o gere como se o tivesse construído e arranjado, o que não fez”, decisão esta tomada por Santana Lopes.
Fonte: Correio da Manhã, 30-05-2007
Terça-feira, 29 de Maio de 2007
Helena Roseta propõe debate sobre nova estratégia comercial para Lisboa
Realizou-se hoje um almoço entre Helena Roseta, Cristina Albuquerque e Pedro Milharadas, candidatos da lista Cidadãos por Lisboa e dirigentes da União de Associações do Comércio e Serviços, para debater os problemas da cidade, bem como as relações entre a Câmara Municipal e a actividade do comércio. O diálogo entre os participantes permitiu reforçar a ideia de que o comércio na cidade é uma peça chave para inverter o declínio de Lisboa. Foram debatidos temas como os horários, a insegurança, a concorrência entre o comércio formal e informal, os efeitos perversos de grandes obras no comércio quotidiano e as responsabilidades do executivo municipal, para além de problemas específicos de várias zonas da cidade. Helena Roseta recordou que as cidades nasceram do comércio e que é preciso definir, com a participação dos comerciantes, uma estratégia para o comércio em Lisboa, tendo também em conta os interesses dos consumidores e da cidade. Vários dirigentes manifestaram a sua perplexidade por a CML ainda não ter conseguido pôr em prática um “Regulamento de cargas e descargas” já aprovado e que tem o apoio da UACS. No final, a candidata, que insistiu no carácter de emergência do próximo mandato municipal, propôs à UACS a realização, antes das eleições, de um debate aberto, com todas as candidaturas, subordinado ao tema “Uma estratégia comercial para tirar Lisboa do declínio”.
Helena Roseta no Youtube
Domingo, 27 de Maio de 2007
Helena Roseta hoje no programa "Diga Lá Excelência"
Hoje, veja ou oiça entrevista com Helena Roseta na Rádio Renascença e na RTP 2, no programa "Diga Lá, Excelência". Amanhã, leia a mesma entrevista no jornal Público.
Rádio Renascença - entre as 12.00 e as 13.00 horas
RTP 2 - às 19.30
http://www.rr.pt/Informacao.aspx?AreaId=11&SubAreaId=110
Candidatas visitam a Feira do Livro
Helena Roseta e Manuela Júdice, candidatas da lista "Cidadãos por Lisboa", visitam hoje a Feira do Livro. Junte-se a nós no ponto de encontro, às 17.00, no alto do Parque Eduardo VII, ao pé da estátua de João Cutileiro.
"Com pouco dinheiro pode-se voltar a dar uso a prédios vazios"

"Esta acção pretende mostrar aquilo que defendemos para a cidade: com pouco dinheito, é possível voltar a dar uso a prédios vazios, ou seja, fazer acupunctura urbana" afirmou ontem a arquitecta e candidata Helena Roseta aos jornalistas, no início da acção de pintura da sede por voluntários da candidatura. A pintura continuará hoje durante todo o dia. O espaço da antiga farmácia ficou transformado numa sala ampla e muito bonita, com dois arcos de pedra à vista, que estavam escondidos e lhe conferem dignidade e beleza.
Convidamos todos a fazerem-nos hoje uma visita e a darem também a sua ajuda nos retoques finais da pintura.
Sábado, 26 de Maio de 2007
Hoje, primeira sessão de acunpunctura urbana
Reabilitar os milhares de prédios abandonados e devolver a cidade às pessoas é um dos objectivos da candidatura Cidadãos por Lisboa.
Numa acção simbólica, Helena Roseta e um grupo de voluntários do movimento Cidadãos por Lisboa dedicam-se hoje à pintura da sede de candidatura, um prédio devoluto na R. das Portas de Santo Antão, nº 88 (junto ao Coliseu).
Convidamos todos a passar por lá esta tarde, a partir das 14h00, e dar uma ajuda nesta operação de "acupunctura urbana".
Roseta à TVI: "É tempo de arrumar a casa"
Em entrevista dada ontem ao Jornal Nacional da TVI, a candidata anunciou um movimento de recolha de reclamações.
Helena Roseta avisa os lisboetas que a cidade não está em «tempo dos grandes projectos». «É tempo de arrumar a casa», diz a candidata independente à Câmara Municipal de Lisboa.
A candidata recusa avançar se a Câmara precisa ou não de despedir funcionários, mas sempre vai dizendo que «é preciso analisar a situação». E acrescenta, desde já, os critérios que devem ser impostos: «assessores políticos, não. Competências técnicas, sim».
Helena Roseta diz-se disponível para entendimentos pós-eleitorais, desde que com pessoas «com ideias convergentes». «Vou propor um programa de emergência e a Câmara Municipal de Lisboa tem de ter um Governo de emergência, com todas as forças políticas que queiram governar», explica.
Candidatou-se, diz, porque a cidade «estava numa situação de declínio» e fica «satisfeita» que Carmona Rodrigues também tenha tido oportunidade de avançar. Porquê? «Porque uma pessoa que esteve a trabalhar dois anos tem toda a legitimidade para querer saber a avaliação que os eleitores fazem do seu trabalho», responde.
Quanto à questão do novo aeroporto de Lisboa, Roseta lamenta e acha «inconcebível que o Governo central tenha tomado uma decisão destas sem ouvir a Câmara de Lisboa» e confessa-se «contente» de ouvir António Costa concordar com ela. Não é a opção pela Ota que a preocupa, garante. «O que me preocupa é a decisão [sem ouvir a Câmara]», diz.
Espaço, na entrevista à TVI, para uma crítica feroz aos partidos políticos. «Todos!». «São muito antiquados na maneira de trabalhar. São muito fechados», explica.
Fonte:
http://www.tvi.iol.pt